Desenho. Mais que ilustração. Traços de poesia. Cores. Aquarela-versos.
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Minha versão do poema de Mário Quintana: que me perdoe frouxidões.
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A uma pessoa que, atrevida em risonhas ironias, põe-se a proferir em alto e bom tom versos que amedrontam até os mais experientes leitores de literatura; e espanta a quem a ouve, pois os versos transcritos ao vento repassam as mesmas estruturas que ainda há no papel…
A essa pessoa este desenho, pois ela, sem saber, fez-me novamente escrever, sentir-me de algum modo reencontrado na prosa, nos riscos da Literatura e da arte.
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