Teclas de uma mecanografia pessoal.

20 09 2010

Um texto. Ocio. Um pedaço de biscoito, chocolate e café.

 

 

 

 

Dizem que a época de faculdade é sempre um pouco estressante; ainda mais quando se trata de final de curso. E essa é uma verdade.

Lá vêm o TCC, os estágios e as avaliações de disciplinas eletivas… E nós, pobres universitários, arrastamo-nos cansados e padecidos da formatura e da conclusão de curso. Mas, por outro lado, os últimos meses vão dando espaço para a saudade.

Com certeza, essa foi a melhor época. E junto a isso ficam os processos de amadurecimento para outras etapas da vida; amadurecimento que nem sentimos chegar…

Faz algum tempo que não escrevo algo, uma reflexão sobre arte ou sobre a vida. Mas hoje refleti um pouco sobre ela. A vida. As fotos que mais gosto de apreciar são as de bebês, pois estes ainda são inocentes de seus atos, são puros e belos. Mas, observando a vida hoje, vejo que passei as barreiras do classicismo e do renascimento, de acreditar que a vida tem um propósito sempre ligado à beleza e ao divino, para acreditar também que um pouco de contemporaneidade, de modernidade ligada ao grotesco e ao sublime faz muito bem para viver a vida.

Chega uma hora em que, depois de passar pela adolescência, a sua vida não se torna mais apenas uma grande aventura, mas um longo caminho de constantes aprendizados e muita, muita merda. Quantas coisas eu fiz quando não deveria tê-las feito? Quantas coisas deixei de viver por medo de fazer merda?

E essa ideia do grotesco não vem de hoje. Talvez tenham razão quando dizem que o povo ainda é romântico, que preferem heróis e mocinhas que vivem uma linda história de amor depois de longas batalhas com inimigos derrotados ao final… Mas acho que somos barrocos, renascentistas, clássicos, modernos, contemporâneos, ultrapassadosTalvez o ser humano seja toda uma História da Arte inserida nele mesmo.

 

E hoje, devo dizer, estou romântico. A vida parece sublime, amena, preguiçosa e (repito) uma merda. Tudo parece estar no lugar errado. Mas talvez nem tudo. Talvez de todas as vivências do repugnante, ainda vivemos com o coração no belo…

… ainda que o belo não seja mais clássico.

 

 

 

Um drinque com achocolatado.

Café, para quem desejar.

Tin tin.





Dia das mães

9 05 2010
Por um dia. Por uma pessoa.
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Quando pequeno, os psicólogos disseram aos meus pais que a figura feminina era marcante em meus desenhos pela forte ligação que tenho com minha mãe.
E isso não se desfaz: nem a ligação, nem a presença feminina nos desenhos.
Por isso, é inevitável não homenagear as mães (em especial a minha) neste dia.
Um rabisco de uma de minhas fotos pessoais: à minha mãe.

Rabisco

Na linguagem do desenho, o que fiz acima é um bosquejo: “a primeira ideia que surge na mente do artista, transposta ao papel com traços rápidos de pena, lápis ou outros instrumentos”.

 

Um viva, com uma boa bebida sem álcool.

 

 

 





Dia do desenhista

15 04 2010

“Coloque um lápis e um pedaço de papel na mão deles que eles vão longe. Riscos, rabiscos, linhas, curvas e no final um belo desenho. Assim são os desenhistas, sejam eles, técnico, desenhista industrial, programador visual ou aquele que se dedica ao desenho livre. Mais importante é o que revela seus traços.

E neste dia, seus autores merecem parabéns.”

(site Portal São Francisco)

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Hoje é dia daquele que lida com traços, linhas e curvas.

Uma foto de arquivo pessoal para não deixar esse dia passar em branco.

 

 

 

 

 

 

 





Mother’s Day

10 05 2009
Direitos Reservados

Direitos Reservados

 

Nesse dia das mães, posto aqui um desenho recente em homenagem à matriarca da minha família: Ernesto.

O desenho está intitulado: “Uma avó chamada Severina“.

Às mães, em especial as minhas, um próspero e merecido dia.

 

Abraços.

 

(On this day of mothers, I recently got a design in homage to matriarch of my family: Ernesto. The design is titled: “A grandmother called Severina”. Mothers, in particular mine, a prosperous and well deserved day)








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